Por Juliana Antunes*
“O proletariado devolverá seu protesto como achar mais conveniente, contra as organizações fascistas dos bairros e cidades. Deve vigiar suas sedes, seus chefes, […]. Os ‘garçons’ não devem servir nos seus banquetes; os empregados de teatro não devem trabalhar para que eles realizem suas conferências; os ‘chauffeurs’ não devem transportá-los; os gráficos não devem fazer-lhes impressos, impedindo a sua propaganda nos jornais’’ (Liga de Ação Contra o Fascismo, Brasil).
As palavras, sempre que ditas ou transcritas carregam um sentido. Muitos são os sentidos que as mesmas podem carregar ao serem exteriorizadas. De todos esses, as que posto no presente texto são de sentido político. Político, não no eixo de cooptar. Político no viés de arrancar as ideias preconcebidas, de explicar o quê são as nossas lutas, de onde elas partem e porque.